1 de ago. de 2015

A VARANDA DA NOSSA MENTE

Tomara que os nossos enganos mais devastadores não nos roubem o entusiasmo para semear de novo. Que a lembrança dos pés feridos quando, valentes, descalçamos os sentimentos, não nos tire a coragem da confiança.
 Que sempre que doer muito, os cansaços da gente encontrem um lugar de paz para descansar na varanda mais calma da nossa mente.
 Que o medo exista, porque ele existe, mas que não tenha tamanho para ceifar o nosso amor. Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo. Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer-se do nosso...

 Que, mesmo quando estivermos doente, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria. Tomara que apesar dos pesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz. Tomara

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