24 de fev. de 2015

A ALMA DA POETA !garimpando prazeres!

Teu corpo, o meu poema eterno de amor,
E são; nas entrelinhas destes teus versos,
Que eu em ti, confundo nossos universos;
Decantando em murmúrio, espanto a dor...

Dou-te meu corpo e de presente minha alma,
E nossas almas, nos verdes campos da poesia,
Em uma única só nota; se doam em harmonia,
Conjugando o verbo amar, que nos encalma...

Minha língua escreve murmúrios que tua voz
Rouca e ensandecida, declama em delírio cume,
Reverberando no quarto, que em excelso lume,
Faz este teu corpo garimpar os prazeres em nós...

E em tudo, e neste vai e vem, tu me completas,
Somos no amor, nós dois; corpo e alma de poeta.

Querendo o mesmo caminho que é buscar a felicidade!

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